[Arco de Rubi] Cultura e Nação.

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[Arco de Rubi] Cultura e Nação.

Mensagem por Drako em Qua Jul 16, 2014 11:01 pm

ruby





"In rubinus victoria est"

Seja bem vindo ao condado de Rubi, jovem mortal. Aqui, onde até mesmo o cavaleiro mais poderoso do reino não ousa chegar, encontra-se a vitória, a força de vontade, e a coragem. Apenas os obstinados conseguem sobreviver neste ambiente, e, por isso, congratular-te-ei com louvores e a melhor das refeições que poderá experimentar. Carne de animais selvagens possui um sabor exótico, gostoso, se este for oriundo de nossas terras.

Como já deve ter percebido, os residentes de minhas terras são brutos - em seu real sentido. Ser forjado pelo calor das montanhas nos trouxe essas características. Temos sempre certeza de atingir nossos objetivos, sejam eles os mais impossíveis. Bem, eu, o Conde de Rubi, deixarei esta sala agora, e o nosso ancião lhe contará um pouco da nossa história. Apenas tome cuidado para que o Sableye não roube suas joias.

Está avisado, desde já.

O Começo de tudo:

Um dia comum para os majestosos e imponentes de lugar nenhum. Vice e Thata apenas vagavam pelo tapete da eternidade no meio do nada, e sentiam-se felizes com isso. Sorriam, dançavam, festejavam. Era um mar de alegria. Passavam os dias se deliciando com a presença um do outro, e a perfeição era uma característica comum para os dois. Nasceram do mesmo Chaos, um ovo incolor que continha tudo e nada. Contudo, não se sentiam completos, mesmo sendo um par, mesmo se completando... E foi assim que decidiram criar um ponto onde pudessem brincar.

Primeiramente, Vice criou uma esfera. Essa esfera era tão robusta quanto seu geridor, e este se admirou com seu feito. Mostrou-o para Thata, e esta começou a chorar de alegria. Finalmente tinham dado um pontapé inicial! Acidentalmente, suas lágrimas caíram na tal esfera, e os mares e rios foram gerados. Vice percebeu isso, e congratulou sua parceira. Estavam mais felizes agora, mas ainda não era o bastante.

Em seguida, Vice decidiu que deveriam haver organismos que povoassem aquele lugar. Portanto, misturou uma porção da terra com as águas, e daí surgiram as sementes, que colonizaram várias das planícies, e deram origem às árvores e às flores. E sua companheira sorriu. A beleza das rosas e dos lírios lhe encantavam. Entretanto, ainda sentia-se sozinha. Foi então que resolveu criar os animais. Borboletas, cavalos, leões, coelhos, baleias... Tudo o que conseguia imaginar ela fez tomar forma. E da terra, os bichos iam se erguendo.

E pela primeira vez, ambos desceram.

Corriam pelas pradarias e apreciavam o seu projeto, mas ainda sentiam falta de algo.

"Cores!" Thata bradou.

E, com seu canto, coloriu todo o mundo.

Vice, por sua vez, sentia falta de muito mais. Criou outros planetas e outras formas de vida. Sua irmã, percebendo o quão gostoso era fazer mais e mais, criou os sóis e as estrelas. Mas porque ainda sentia solidão? Meditando, compreendeu do que mais sentia falta: De alguém que fosse semelhante à eles.

Vice então criou três seres especiais. Um peixe de escamas platinadas que foi chamado de Puri, um dragão negro com olhos de pedras de rubi nomeado Drako, e uma sombra semelhante à eles, de coloração branca, cujo sorriso fora preenchido com esmeraldas que ficou conhecido como Yukits. E por fim, os cinco começaram a divertir-se em chão. Alegres e felizes, passavam os dias admirando a imensidão daquela criação.

Mas algo ainda não parecia certo.

Entendendo que algo importante ainda faltava, Puri, Yukits e Drako reuniram-se num campo de flores e discutiram sobre. Após tanto argumentar, perceberam que eles não eram realmente iguais aos seus criadores. Apenas em personalidade e inteligência. E foi então que começaram a trabalhar. Puri ergueu as águas e encharcou a terra que Yukits moldara. E Drako, por fim, pôs fogo nas esculturas, dando assim consistência àquele par de seres, agora de carne e osso. E isso lhes custou grande parte de seus poderes.

Notando o trabalho daquele trio, Thata e Vice então sentiram-se realizados. Apenas precisavam de movimento. E foi então que, abdicando de sua divindade, ambos sopraram o vento da vida naquela criação, e ambas carcaças de carne e osso ganharam o espírito. A partir daí, a humanidade - como ficou conhecida -, reproduziu-se e alastrou-se pelas terras inabitadas. Decidindo mesclar-se com seus filhos, os cinco assumiram também a forma humana, e passaram a habitar em conjunto com os homens e mulheres.

Auto-proclamando-se rei e rainha, Vice e Thata estabeleceram suas terras e nomearam seus vassalos, como esperado. O conde das florestas, Yukits, tomou para si a marca de seu sorriso e fundou o Arco de Esmeralda, onde os súditos que se identificavam com a metodologia daquele condado passaram a se reunir. Num reino subaquático, comandando em um castelo construído completamente de platina, Puri se situou, e o Arco de Platina nasceu. E nas montanhas, cercado de vulcões, Drako deu origem ao Arco de Rubi.

Desde então, os três têm estado em guerra pelos mais diversos motivos.

Drako, todavia, sentia-se um pouco culpado, por deixar toda a responsabilidade de suas terras para o conselho e ir aventurar-se em terras desconhecidas.

E, em uma dessas excursões, tinha recebido um trabalho de matar harpias que sequestravam e comiam crianças. As mesmas estavam sendo levadas às montanhas, e lá mesmo sacrificadas e degustadas, em nome de um ritual à deusa criadora, para que esta aparecesse e legitimasse as mulheres-pássaro. O rapaz sentia-se em casa naquele ambiente, e, com sua espada e escudo, não teve muito trabalho para terminar a tarefa. Salvou vários. Mas aquela magia já havia se iniciado, e estava criando algo estranho. Foi então que rapidamente alterou algumas propriedades no círculo desenhado, e o que nasceu foi uma criaturinha esquisita, mas de aparência meio simpática. O corpo era roxo. Os olhos lembravam muito os de Drako. E a coisa era forte. O cavaleiro negro teve um certo trabalho para vencê-la.

Domesticou aquele monstro, e chamou-o de Sableye. Levou-o para seu castelo negro, e colocou-o para guardar a maior joia do reino, o Rubi-mestre. Desde então, a coisinha passou a habitar aquele condado, e a roubar pedras preciosas dos distraídos.

Mascote:

Hino:
Na beira de um precipício
Olhando a mata distante
Dá pra ver a extensão
De um mundo gigante

E esse é o nosso desafio
Nossa determinação
irá nos guiar
Nos caminhos mais escuros

Não queremos perder,
somos fortes
Nosso espírito nos acende
E ilumina o caminho
Para a vitória

A arma mais poderosa
está em nossos corações
Os oponentes formidáveis
Estão à nossa espera
Mas não vamos demorar
Pois a coragem de rubi
ninguém pode abalar

Ninguém pode abalar...





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Créditos
Emblema: Drako
Texto apresentativo: Drako
Lema: Laycos
Fan-fic: Drako
Mascote: Ideia de Laycos, design criado pela empresa Pokémon©
Fan-bar: Drako
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Voz - Drako
Melodia - Drako
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