[Arco de Esmeralda] Cultura e Nação

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[Arco de Esmeralda] Cultura e Nação

Mensagem por Yukits em Qua Jul 16, 2014 6:33 pm


~Arco de Esmeralda~


"Uma mente criativa, um olhar no futuro e a valentia de um leão"

Boa noite, caros convidados.
Fico feliz que tenham aceitado o convite para o nosso jantar. Não somos experiente na organização desse tipo de evento, afinal somos jovens e nada conhecemos do mundo. Mas nos esforçaremos, eu prometo. Venham, sentem-se, o garçom logo trará o vinho. Enquanto isso, vou falar um pouquinho a respeito de nós.

Vocês acreditam no destino? Acreditam que tudo está escrito? O nosso Arco não concorda com nada disso e por isso lutamos dia após dia na construção do nosso próprio futuro, na realização de nossos sonhos e na concretização de nossos ideais. Acreditamos que nós, jovens, devemos ter esperança e força de vontade e não nos conformar com o que o mundo nos oferece. Devemos ir além, usar a nossa criatividade e imaginação para inovar e tentar mudar a situação. A  juventude é o tempo da descoberta e das mudanças, e é por isso que nos esforçamos tanto. Este é o momento! Unam-se a nós, busquem o seu próprio futuro. Sejam felizes!

Bem, era isso que eu tinha pra dizer. Enquanto aguardam o jantar, peço que leiam a nossa história, prometo que não vão se arrepender!


História:

 No começo só haviam as estrelas, e elas estavam pintadas no vestido  de Thata, a Rainha da sorte e da bonança. Elegante e soberana, ela se movia graciosamente em meio ao infinito, sem limites físicos para girar e dançar no ritmo de uma silenciosa melodia. As estrelas de seu vestido, tão brilhantes e coloridas, eram as únicas em meio à imensidão. Quando ela dançava, alguns dos corpos celestes se desgrudavam e criavam coisas. De um giro particularmente gracioso surgiu a arca, e de uma pirueta ágil, os condados. Tudo que existe ou já existiu se originou de um passo de ballet, de uma rebolada ou de uma simples caminhada matinal, simples assim.

 Quando a Rainha se cansava de dançar, ela ia embora e deixava o cargo pra Vice, o rei da Zueira Alheia. Mas esse só se sentava em seu trono e observava a vida crescer e seus súditos nascerem, um a um, sem mover um dedo. Não que fosse preguiçoso ou tratasse tudo aquilo com descaso, nada disso. Ofuscado pela graça e brilho da Rainha, o Rei apenas observava de longe e intervia o menos possível. Ele queria dar uma chance aos seus servos, sem interferir. Até onde criaturas tão inferiores poderiam chegar sozinhas?
Por quanto tempo viveram assim? Não se sabe, talvez por um dia ou quem sabe pela eternidade. A dança da Rainha e os olhos atentos do Rei se intercalavam repetidamente e pareciam não ter um objetivo fixo. Seria a natureza deles agir daquela forma? A verdade era que, quanto mais o tempo passava, mais estrelas caíam do vestido da Rainha, que, concentrada em sua belíssima performance, não se preocupava nem um pouco com isso.

 De uma estrela alva, de platina, nasceu uma forma curiosa. Ela começou meio felina e foi dando seus pulos, correndo atrás do nada e coçando as orelhas enquanto mudava, rápido demais pros olhos humanos, de bicho pra bicho. Indecisa, inconstante e cheia de vida, a criatura parecia se divertir com todas as possibilidades de formas e cores. Vice, em seu trono nas nuvens, deu o comando para que ela escolhesse a forma animal que mais lhe agradasse. Ela, por sua vez, despreocupada, mostrou a língua pra ele e tomou uma forma humana - baixa e de peitos deveras chamativos. Deu as costas e foi atrás dos seus, saltitando como uma criança.

 De uma estrela que caiu em lava, vermelha e fumegante, surgiu um dragão negro imponente, a criatura mais terrível já nascida. Saiu do fogo sacudindo as escamas, a cauda batendo de um lado pro outro, tentando se livrar das pedras em suas costas - o calor agonizante delas sendo pouco mais que irritante pra ele. Vice, uma vez mais, comandou que escolhesse sua forma favorita. Ele rugiu e soltou fogo pela boca, criando uma espiral de chamas que envolveu seu enorme corpo negro. Quando o fogo desapareceu no ar, ele havia se transformado em humano. Agora era a vez dele de ir atrás dos seus.

 E da última estrela que despregou do vestido, caída em ervas de uma floresta densa, se formou um leão alado. Dormindo em silêncio, parecia alheio a tudo à sua volta e ignorava qualquer tipo de interação. Fez até mesmo Vice pensar que algo tinha ocorrido, mas logo se espregiçou e rugiu, alto o suficiente pra assustar o rei. Abriu suas asas angelicais e, como se fosse uma águia, mirouo céu e partiu. Seu destino era o trono nas nuvens. E seu objetivo era ficar cara a cara com o Rei, que ficou surpreso com tamanha ousadia. Diferente de seus semelhantes, aquela criatura parecia desafiar o seu criador e o encarava de igual para igual. Vice estava prestes a repetir o comando, mas o leão se recusou a se transformar em qualquer outra coisa. Era bravo, justo e nunca desistiria disso, afinal não enxergava o motivo de ter que mudar. Vice acenou em compreensão e colocou um feitiço sobre ele - quem olhasse, veria um humano - mas ele nunca largou de ser leão. Um poderoso e gracioso leão alado.

 Desceu das nuvens e fez o mesmo que os outros dois: foi atrás dos seus.

 E às vezes, entre os seus - um grupo futuramente chamado de arco de esmeralda - em meio às risadas, se você escutar bem - o mesmo rugido se espalha.



O jantar está servido, caros convidados! E, para tornar o momento da refeição ainda mais agradável, conheçam a nossa mascote! Ela é a fada verde do absinto e nos dá muita força (se é que vocês me entendem) na construção do nosso futuro. Enquanto comem, podem apreciá-la dançando e cantando pelo salão.

Mascote:

Agora teremos a apresentação de nosso Hino, que representa nossos ideais e a nossa força de vontade. Acreditamos que o simples fato de viver é entrar em guerra com o mundo em busca da felicidade, em busca de um futuro próspero. E por isso escolhemos uma música marcante. Espero que apreciem.

Hino:



Há a esperança
No meu coração
Somos jovens destemidos
Não vamos correr
Erga a cabeça, siga em frente
Sem olhar para trás
Somos os donos do futuro
Arco de Esmeralda

Espero que tenham se divertido em nosso jantar, caros convidados. Antes de partirem, no entanto, aceitem essa lembrancinha, é simples, mas tem um valor simbólico muito grande, sugiro que sempre carreguem com vocês. Quando você se sentir fraco e perdido, olhe para o nosso presente e lembre-se que você pode mudar o seu destino, então não chore ou se entristeça, apenas continue lutando!



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Créditos:
Emblema e Mascote: Aerin
Fic: Isty e Yukits
Lema e Texto Introdutório: Yukits
Hino: Yukits
Fanbar: Yukits

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Yukits
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