[Série] Hell's Device

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[Série] Hell's Device

Mensagem por Iuajen em Qui Jul 10, 2014 9:38 pm

Bem, inaugurando essa parte do fórum, já que ninguém postou nada aqui ainda, Hell's Device é um roteiro de um jogo que estou produzindo para os caras que fazem ciência da computação e querem criar um jogo, precisavam de um roteirista e ali estava eu, como o roteiro é bem diferente de histórias normais, eu estarei escrevendo de outra forma aqui, para melhor adequação.
Vai funcionar da seguinte forma, eu vou fazer um Spoiler citando os personagens que irão aparecer em cada capítulo e um spoiler com a história. Sempre separando em capítulos. Espero que gostem da história ^^

Personagens (Primeiro Capítulo):
Ayame Aosora:
Ayame Shirotsuki:
Liliarth:
Lilith:
Ayame_Lilith:
Hell's Device (Primeiro Capítulo):

When the hell falls into the earth.



"Estava quente... quente demais... O que está acontecendo?
Acordei em minha cama e vi fogo por todos os lados. 
"Meu Deus... um incêndio!" 
Ainda tentando entender a situação corri para fora do quarto e gritei.
- Shiro!!!! Cadê você?
Não houve resposta da minha irmã. Corri até o quarto dela desesperado e lutando para tirar a pior conclusão possível, estava vazio. 
- Shiro!!! Responda! Onde você tá?! 
Sem resposta novamente... 
"Que porra está acontecendo aqui?! Que merda é essa? Da onde saiu tanto fogo?" 
Sem encontra-la em casa e com o perigo da casa inteira desabar sobre minha cabeça, minha única solução foi sair de lá, com as telhas caindo e toda a casa sendo de madeira, eu tive muita sorte de sair sem um arranhão ou queimadura, mas no mesmo momento que saí a casa inteira desabou, ao mesmo momento que ouvi uma voz feminina chamar meu nome. 
A casa vizinha também era pequena igual a que eu morava, e lá viviam meus pais. A casa estava inteira, e parece que o fogo estava especificadamente em nossa casa, não se alastrou pela grama que cobria as redondezas e assim que a casa caiu parecia se extinguir em um tempo absurdamente rápido. Mas tentei procurar de onde saia o som enquanto ia até a casa de meus pais que pareciam não terem percebido e gritei. 
- Mãe!!!! Pai!!! 
Após um tempo as luzes que estavam apagadas permaneceram apagadas. Bati na porta e nada. Estava tudo muito estranho, a Lua ainda brilhava, era madrugada e estava tudo escuro, olhando agora mais escuro que o normal. 
"Mas o que caralhos estava acontecendo?" 
Em meio de minha confusão ouvi a voz me chamando de novo, vinha de trás da casa de meus pais, então fui até lá.
When the earth becomes hell.


Ao passar da casa eu percebi que o inferno havia se tornado real. No chão com os corpos dilacerados minha mãe e meu pai jaziam inertes e sem vida e do lado deles minha irmã estava de pé e de costas. Eu olhei para ela e para os corpos de nossos pais no chão, eu não conseguia pensar em nada, o grito ficou preso na garganta e tudo ficou ainda pior quando ela se virou para mim e eu vi que havia algo extremamente errado ali.
- Onii-chaaan <3 
Era uma voz pastosa, mas visivelmente era de minha irmã, mas por alguma razão eu tinha certeza que não era ela, e assim que nossos olhos se encontraram eu fiquei paralisado.
- Sua irmã te ama tanto onii-chaaaan kukukukakakahahahahahaha... Sabe... para ter oferecido o corpo para que eu não o matasse, é realmente amor...
- Quem é você?

- Me chame de Lilith, eu sou uma demônio, e eu estou no momento possuindo o corpo de sua irmã. Mas... 
Com o movimento de uma das mãos, um vento avassalador veio em direção a mim, não conseguindo me mexer, não consegui desviar e recebi todo o vento, me fez cair no chão, minha blusa rasgar e vários cortes profundos se abrirem em meu peito e braço. Por algum motivo eu perdi a capacidade de falar também. Depois ela começou a fechar a mão com um visível esforço, ao mesmo tempo meu corpo inteiro começou a doer de uma forma que os ossos pareciam estar se quebrando, era uma dor inimaginável, passou muito tempo ou assim pareceu quando ela relaxou a mão e meu corpo parou do doer.
- Nós demônios cumprimos nossa palavra... Não vou lhe matar por mais que queira... Aliás... 
Subitamente como um fantasma que saia do corpo, uma garota com asas de dragão, cabelos pretos, garras, uma cauda e chifres se mostrava em minha frente, vestia um vestido rasgado preto e parecia jovem, muito jovem. Então ela era Lilith... Após a demonstração ela voltou ao corpo de minha irmã e ao mesmo tempo surgiram asas com penas negras nas costas dela, ela deu um sorriso e em um farfalhar de penas que a envolveu, desapareceu como se não fosse nada, logo após tudo ficou preto e eu senti meu rosto bater no chão antes de perder os sentidos.


The hell "Sweetholic"


Quando acordei senti que estava deitado em algo macio, abrindo os olhos reconheci o quarto de meus pais, a casa era idêntica a que eu morava, tinha o quarto, a cozinha, banheiro e sala, tudo feito de madeira, poucos móveis. Mas era diferenciável pela organização que tinham e pelas fotos e paisagens molduradas e presas nas paredes.
 "O que eu tô fazendo aqui? Foi tudo um sonho? É claro que foi um pesadelo, devo ter saído e desmaiado durante a noite, meus pais devem ter me trazido aqui." 
Ouvi um som vindo da cozinha, era alto, parecia que alguém estava jogando as panelas pra cima e os baques que faziam no chão eram bem altos.
  - Shiro? É você? Perguntei auditivamente. - Tive um pesadelo horrível on-- 
Quando de repente uma garota ruiva apareceu na porta, ela também possuía chifres assim como a que se alto denominava Lilith em meu sonho, tinha uma cauda, mas não possuía asas.
- Ah... Finalmente o grisalho acordou... Ei...Ei... diga... onde vocês guardam os doces aqui?
Essa era uma pergunta que eu realmente eu não esperava, mas acima disso eu não esperava isso...
- Ham? Não, não... quem é você? "Acho que a pergunta correta seria o que é você, mas..." 
De repente um joelho. Meu nariz sangrando e uma garota em cima de mim.
- Mais respeito humano! Eu perguntei primeiro, cadê os doces?
"Mas o que?" 
A força era gigantesca para como a garota aparentava e eu nem fui capaz de ver os movimentos dela. Era uma dor desagradável. E eu sem reação apenas fiquei a olhando, de repente novamente... um joelho...
- Você quer parar de me chutar? Isso dói! A gente não tem doce aqui... Agora você pode dizer quem é você?
Parece que minhas palavras a ofenderam mortalmente, a reação dela foi fechar a cara e me esmurrar novamente.
- Como assim não tem doce? Vocês são humanos não são? Doces são a única coisa que presta em seu mundo e ainda assim você não tem? Que forma de vida simplória e deplorável você é?
Aquela situação poderia ser cômica em qualquer ocasião, menos naquela... após um pesadelo vívido com demônios, com uma irmã possuída e pais mortos, eu acordo em uma cama sem saber o que aconteceu, tomando duas joelhadas e um soco na cara de uma garota estranha que eu nunca vi.
- Pode me dizer por favor o que está acontecendo?
Dessa vez ela olhou de uma forma penosa, quase que como se eu fosse um coitado digno de pena. Ela abaixou a voz, saiu de cima de mim e sentou na cama.
- Minha mãe... é isso que aconteceu... ela matou seus pais e está usando sua irmã como receptáculo aqui na Terra. Eu sou Liliarth, última geração das filhas de Lilith
Eu ouvi o que ela disse sem ser capaz de pensar ou expressar alguma reação... 
"Então não era um pesadelo... Mas então... meus pais..."
Lágrimas começaram a cair, eu não ligava para nada, se ela fosse me matar ela já tinha matado, e com meus pais mortos, somente a minha irmã era o que eu tinha de família agora.
- Escute, minha mãe a pegou como receptáculo, o que significa que fizeram um pacto que ela tem que cumprir, se ela não te matou provavelmente foi porque o pacto era para não te matar. O que significa que você é o maior inimigo dela no momento.
Aquelas palavras não faziam sentido, como poderia existir demônios? Não havia lógica... 
"Eu ainda devo estar sonhando e quando eu acordar, eu vou estar em minha cama."
Eu vi uma mão se aproximar em uma velocidade enorme. Tomei um tapa e cai da cama.
- Presta atenção seu covarde de merd*! Seus pais morreram e sua irmã está possuída, é a realidade! Aceite-a e se vingue! Ela não pode te matar, ou você não vai fazer nada?
Aquilo parecia ter me acordado, até o momento eu só senti medo, mas agora uma raiva incontrolável se apossava de mim. Pelo o que ela estava dizendo parecia que ela queria me ajudar nisso.
- O que eu posso fazer para me vingar?
Não importa o que ela falasse eu aceitaria, se ela quisesse tomar minha alma eu aceitaria, qualquer coisa para obter minha irmã e me vingar de Lilith.
- Por ser da nova geração eu não preciso de um receptáculo, isso não necessariamente diz que sou mais avançada, atualmente Lilith é a demônio mais forte existe. Mas eu preciso de um Vassalo, o que significa que eu preciso me unir de tempos em tempo a alguém para conseguir energia para continuar nesse mundo...
- Eu aceito. 
Antes dela acabar a explicação eu já havia aceitado, eu não precisava ouvir mais nada. Mas a próxima ação dela foi se aproximar de mim em uma velocidade absurda e cravar os dentes em meu pescoço, como um vampiro.Na mesma hora senti algo correr em minhas veias, um calor inexplicável, e uma sensação de força transbordava meu corpo, a visão foi escurecendo e meu corpo foi mudando, senti chifres crescendo e asas se formando, uma cauda foi saindo e eu parecia ter me fundido a ela, isso foi por breves instantes, até que como Lilith, saísse do meu corpo voltasse a forma original, agora sem chifres, sem cauda e sem asas, só uma garota ruiva, as mudanças do meu corpo voltaram também e eu era humano novamente, porém a sensação de poder e força continuaram.
- Pronto, agora você possui alguns de meus poderes. Então Ayame Aosora... agora você é meu Vassalo e vai escutar a história por trás do inferno, e como tudo sua Terra está prestes a virar um caos total. Tudo por causa das Ferramentas do Inferno.

Personagens (Segundo Capítulo):
Detetive Gina:
Givanneth:
Prefeito Marcus:
??????:
Hell's Device (Segundo Capítulo):
A demônio ruiva após falar sobre as ferramentas do inferno, deu um longo suspiro, e logo depois começou a falar novamente.
The True about Hell

- Não... não dá... sem doce eu não tenho forças pra continuar a falar.
"Meu Deus, como ela é insuportável..." 
No meio de uma pergunta importante ela volta aos doces... estava mais para uma demônio formiga do que para qualquer outra coisa.
- Bem, nós temos açúcar se você quiser comer puro.
- Ótimo. Onde é que tá?
- Ali na estante, segunda porta da esquerda pra direita. 
A garota foi em direção ao lugar especificado enquanto falava.

- Bem... é mais simples do que parece... Tio Lúcifer enlouqueceu a periquita, desistiu de ser o senhor fodão do inferno, e usando a desculpa de se divertir, fez uma competição entre os demônios, ele jogou as ferramentas do inferno na Terra e deixou os demônios livres para agirem e irem em busca delas, para que quem conseguisse todas tomaria o lugar dele como o líder dos demônios.
"Era a coisa mais aleatória que eu já tinha ouvido alguém dizer... Era como se Deus cansasse de ser Deus e fizesse um concurso para qualquer anjo virar o novo Deus. Era idiota..." 
Não havia nada a se fazer, se essa era mesmo a história, eu teria que ajudá-la a achar as ferramentas para ela virar a rainha do inferno, ao mesmo tempo iria conseguir recuperar a minha irmã das mãos de Lilith.
- Bom, se formos começar a nossa jornada, tem uma cidade perto daqui chamada Gollium e lá podemos fazer provisões para a viagem. Vou pegar o dinheiro que tem na casa e se quiser podemos ir agora.
Não havia o porquê hesitar, eu tinha que salvar minha irmã, não importa o que acontecesse. Sem ouvir resposta, eu fui até a cozinha e vi a garota virar um pacote de açúcar inteiro, havia no minimo uns três quilos ali.
"Meu Deus... Isso não é..." 

Bem, não havia palavras para descrever a cena, a única coisa que veio a mente foi saber que eu iria gastar mais em doces do que qualquer outra coisa aonde quer que eu fosse.
- Então... Ela acabou com o pacote e olhou pra mim. - Você tá achando que é o héroi agora né? Lembre-se que sou eu que irei lhe guiar aqui, por sorte, eu tenho uma das ferramentas que consegue captar o poder das outras, aonde há um razoável número de pessoas?
- Em Gollium...
- Então nós vamos é para lá... Entendido?
- Tá...
"Essa garota..." 
Segurando a raiva interior, a segui para fora da casa, Gollium ficava há alguns poucos quilômetros, umas duas ou três horas andando a pé, e eu teria que aguentar essa garota nesse tempo. Mas o que ela disse me fez ficar com uma dúvida.
- Ei, você disse que tinha uma das ferramentas... são quantas no total?
- Ah, eu não te disse? São poucas em comparação, com o número de demônios atrás delas, só são 666 ferramentas para mais de cinquenta mil demônios atrás delas, mas nós conseguimos.
Apesar da expressão animadora dela, eu não me sentia nem um pouco motivado após o que ela disse. Não era de nenhuma forma animador como a expressão dela fazia parecer, mas eu não tinha opção, eu tinha que salvar minha irmã.


What the Hell?


Após uma exaustiva caminhada até a cidade próxima, graças aos gritos, choramingas e dramatizações da demônio que queria mais doces, chegamos na cidade, mas ao contrário das minhas experiências anteriores nela, eu estava me movendo livremente pelas ruas, não havia muitas pessoas, e das poucas que ali se viam, oitenta por cento delas eram garotas, ao menos vi um rosto familiar na multidão, o prefeito Marcus, amigo de meu pai estava conversando com uma garota loira que parecia estar vestida de detetive sexy.
- Tem algo estranho aqui, a cidade era cheia de pessoas e agora está tudo vazio... Aquele ali é o prefeito da cidade, vamos falar com ele para descobrir o que aconteceu.
- Você precisa mesmo me dizer tudo o que vai fazer, antes de fazer? O que você acha que é? Um guia turístico?
Após sua resposta ela foi andando em frente em direção ao prefeito. Após beliscar meu braço que agora estava completamente vermelho de tantos beliscões que eu havia feito para extravasar a raiva, a segui em direção ao prefeito e a garota que com ele estava.
- Marcus... O que aconteceu com a cidade?
O homem jovial se virou, um sorriso idiota se pôs na sua cara, ele pegou a arma que estava nos bolsos e atirou aos céus, e depois começou a rir e não parou de rir por um tempo até olhar para mim.
- Como vai Sora? Eu vou bem... 
"Eu não perguntei"
- Bem, a cidade está muito melhor agora, os homens andam sumindo e só as belezinhas como essa aqui estão andando pelas ruas, mas as mães, namoradas e pais estão todos me enchendo o saco para descobrir o que está acontecendo, como não sou detetive nenhum contratei essa garota para me ajudar.
A garota em questão parecia nem se importar com a situação, lambeu os lábios, colocou a mão na cintura fez o sinal de paz com a outra se inclinou a bunda para trás, deu uma piscadela e disse.
- Detetive Gina ao seu dispor.
Aquilo era extremamente sexy, mas talvez por sempre ter sido popular com as garotas em minha infância e adolescência, nunca me importei com as tentativas de seduções alheias. 
- Gay.
Eu olhei para ela assustado.
- Se você não teve nenhuma reação a isso você é Gay, pensando bem não houve reação sua também quando eu estava em cima de você.
Ela estava propositalmente querendo me irritar, mas dessa vez eu não a deixei e quis me vingar.
- Claro que não, não tem como uma garota como você que parece ser mais macha que a maioria dos homens me fazer reagir de algum--
No meio da frase eu senti uma dor no estomago que me fez cair no chão, Liliarth acabara de me dar um soco bem dado e bem mirado. 
- Tempos difíceis eim Sora? Mas agora que o nosso prodígio em descobrir mistérios chegou a cidade, não há o que me preocupar, faça um favor pro seu amigo aqui, eu te pago uma boa quantia, você descobre o que está acontecendo na cidade junto com a Gina aqui e você ganha o emprego que você queria.
- Bem, claro, mas eu não estou mais em busca do emprego. Fico feliz só com o dinheiro.
- Não, não, não e não... espera... você é o detetive prodígio?
Parecia que ela sabia da minha fama, desde os onze eu venho ajudando meu pai e o prefeito a desvendarem alguns dos mistérios que cercavam a cidade, crimes que eles julgavam não solucionáveis e coisas assim, qualquer mistério eles vinham até a mim para ser solucionado.
- É do que me chamam, mas eu não gosto muito dessa alcunha, se eu ter as informações posso fazer qualquer coisa.
- Ah, então você presta para alguma coisa que não seja chorar... mesmo assim você não me parece muito inteligente.
Isso também foi dito para me irritar, desde os óculos até a maneira de me vestir, os fones de ouvido e minha expressão tudo condizia com o esteriótipo de "pessoa inteligente", ignorando ela voltei ao meu discurso.
- Se vocês puderem me dizer todos os fatos que circulam esse mistério, eu posso ajudar. E depois sussurrei para Liliarth. - Nós precisamos de dinheiro para comprar seus doces, então vamos dar uma parada aqui e descobrir o que está acontecendo. 
- Essa sua mania de falar antes de fazer...
- Bem, se puderem me acompanhar, por sinal... quem é essa garota Sora? Você ainda não nos apresentou.
- Eu me chamo Liliarth e sou---
- Ela é uma sobrinha da minha mãe, a irmã dela esteve lá em casa ontem e estava levando ela para conhecer a cidade.
A expressão do prefeito foi de completa aceitação, mas a de Gina foi um pouco de surpresa.
- Que nome estranho, o seu... De onde você é?
- Ela é estrangeira. Veio de um país da América, como meu tio é Cubano, ter um nome que une duas culturas não é tão estranho assim.
A garota pareceu não se convencer, como uma detetive ela provavelmente desconfiou de que era eu quem respondia as perguntas direcionadas a outra pessoa, normalmente quando isso acontece é porque a pessoa quer esconder algo e era exatamente isso que eu estava fazendo, mas mesmo assim ela não fez mais perguntas e começamos a andar, o Prefeito e Liliarth estavam na frente, enquanto eu fiquei para trás com a garota chamada Gina. Ela então começou a se aproximar de mim aos poucos e depois disse bem baixinho.
- Então, senhor detetive, que tal ir na minha casa hoje e... me ensinar um pouquinho?
" Mas o que inferno, essa garota disse? Eu entendi certo?"
- O que?
- Sabe, eu sou uma detetive iniciante... Ela colocou a mão na minha cintura e foi abaixando. - Eu tenho muito o que... Ela foi até a minha bunda e no mesmo momento que ela apertou, ela disse com uma voz lenta e sensual. - A-p-r-e-n-d-e-r... Você pode ajudar essa garota em dificuldades também?
 Eu já havia sido cantado inúmeras vezes por garotas, mas dessa vez foi além... nunca havia sido seduzido dessa forma. Não que eu fosse cair nisso, mas a tentação era grande demais, tive que segurar todas as minhas forças para responder.
- Eu acharia melhor nós focarmos em desvendar o mistério e...
- Mentir é feio, Sr. detetive... Ou... a garota estava certa?
- Do que você está falando?
- Você é gay?
"... eu achei alguém que pode conseguir me irritar ainda mais do que Liliarth..." Depois que meu orgulho foi ferido, a minha única reação foi ficar calado e andar mais rápido em direção ao prefeito e a Liliarth que pareciam estar conversando também. Quando eu estava andando rápido, no instante que me inclinei recebi outra tapa na bunda, e ao me virar para ver, vi a garota rindo e com um sorriso na boca, ainda vendo ela, vi ela passar a língua sobre os lábios superiores e mandando um beijinho para mim.
"Isso é sacanagem comigo... Isso é muita sacanagem comigo..."
 
The Man and the Devils.


Todos nós chegamos na prefeitura, não houve mais ataques pervertidos da detetive loira, e Liliarth e o prefeito pareciam estar conversando sobre alguma coisa, Aosora não sabia o que era, mas por alguma razão se sentia cansado, dava pra ver que o Prefeito também aparentava estar cansado, mesmo que esbravejasse, gritasse e gesticulasse bastante, pessoas como ele atléticas são mais difíceis de cair, já o intelectual com um fetiche por histórias de mistério, não aguenta se segurar tanto assim, mas, era estranho, a caminhada até a cidade nunca foi cansativa, então não era a razão de estar cansado, talvez a falta de sono desde ontem ou a demônio viciada em doce e a pervertida.
Então sentei em uma cadeira próxima, Gina sentou-se do meu lado e Liliarth do outro, enquanto o prefeito sentava-se na cadeira a frente. Então ele começou a falar.
- Bem Sora, as informações que temos é que pelo menos uma vez por semana desde três semanas atrás um homem de 15 a 36 anos de idade vem sumindo por dia. O que facilita para mim um homem solteiro de quarenta e dois e com o rosto jovial conquistar as garotas por ai, mas como disse tem muita gente enchendo o meu saco por causa disso, então eu tenho que resolver. Na última semana o primeiro homem raptado foi encontrado somente com uma cueca em seu corpo, e parecia bem magro, além de dizer que não se lembrava de nada e não conseguir andar de cansaço, parecia um esqueleto revestido só com uma fina camada de pele. Atualmente ele está em um hospital se recuperando.
- Então, tem algum local especifico onde eles sumiram? Dia ou noite? Casados, solteiros, poderia me dar mais informações sobre os capturados?
- Todos eram solteiros, mas o tempo não importa, os familiares e amigos de todos disseram, que ou era trabalho, ou estavam indo para uma festa, ou indo se encontrar com os amigos, indo pra casa, a única coisa que sabemos é que todos estavam sozinhos, pois não há testemunhas de nenhum dos casos. Com relação ao horário também não importa, todos foram pegos em horários diferentes.
- Nenhuma das câmeras pela cidade ou das lojas captaram nada não é?
- Correto.
- Esse tá mais difícil que o normal eim... sem pistas, sem testemunhas e sem nada só desaparecimentos e um cara que voltou sem lembrar de nada.
- Ei... Eu sei que estou interrompendo vocês mas... Prefeito tem alguma bala aqui?
- Tem sim... no potinho ali na estante, pode pegar o quanto quiser...
- Yay! Obrigada, aliás quando acabar de conversar ai Sora, eu preciso de falar com você.
- Ah, se não tiverem onde passar a noite, podemos ir lá para minha casa, mas só temos dois quartos, um de vocês vai ter que dormir no meu quarto...
- Tá ok... depois daqui vamos pra lá então...
- E eu não opino nisso não?
- Tem algum problema?
- É... o que que deu em você? Ela só tá oferecendo um lugar pra gente ficar, e depois você diz que eu não tenho bom senso...
"Eu nunca disse que você não tinha bom senso, será que ela lê mentes agora?" Após a mentira deslavada que ela soltou, ela correu para o potinho cheio de balas na estante do prefeito que parecia ver a situação como uma comédia.
- Escute, pensei que era só eu, mas eu tenho a sensação estranha agora que estou te vendo Sora.
- E ela é?
- Bem, eu pensei primeiro que era medo dos homens saírem das casas, eles trabalham normalmente, mas a maioria está com um ar cansado, o trabalho parece mais exaustivo do que o normal, e sei lá parece que estão perdendo energia sabe... mas pensei que era somente com os homens daqui... mas você assim que chegou parece bem cansado...
- Então somente os homens estão sendo raptados, e a sensação de cansaço está se apoderando de todos os homens que estão na cidade não é isso?
- É... é isso mesmo, eles não conseguem mais levantar entende?
Fiquei pensando se o que ela disse foi uma frase de duplo sentido proposital ou sem querer, era mais provável que proposital, mas não havia o que se fazer quanto a isso. Se os homens estavam cansados, eles não podiam pensar direito, então se eu demorasse demais para resolver o mistério eu acabaria como a maioria dali.
"Sem dúvida é estranho... parece que algo sobrenatural está acontecendo na cidade, será obra de algum demônio?" Fui até Liliarth que estava terminando de comer o último doce do vidro que há alguns segundos atrás tinha quase um quilo de doce estocado.
- Ei... tem algum demônio que pode sugar a energia das pessoas?
- O que? Não tô te ouvindo, fala mais alto! Ela disse enquanto mastigava auditivamente as balas na boca.
A cabeça do prefeito e de Gina se viraram na mesma hora olhando em direção a mim e ela. "Eu nunca senti tanta vontade de socar alguém na minha vida..." 
- Existe algo que possa causar isso a tantas pessoas assim?
- Bem, era isso que eu queria te falar... Mas eu desisti depois de ouvir o prefeito dizer que o último cara voltou com vida. Antes dessa informação eu iria dizer que era o trabalho de uma raça de demônio chamado súcubo.
O prefeito e a garota olharam para ela na mesma hora, ambos parecendo intrigados pelo o que ela acabara de dizer, e não era para menos, se ele não tivesse visto com os próprios olhos sua mãe e pai serem mortos, ele ser paralisado e sua irmã possuída ele também não acreditaria. Mas agora que não havia volta, ele continuou ignorando as caras de confusão de ambos.
- Tá, essa raça de súcubo o que ela faz?
- Por que tanto interesse em súcubo? Você nem perguntou que raça de demônio eu sou... 
- Mas isso não é importante, temos qu--
"Sinceramente... eu tenho que parar de falar sem pensar na frente dela..." Eu só observei o punho dela chegando cada vez mais perto da minha boca, quando acertou meu nariz, ele começou a sangrar de novo.
- Hmmmm... ficou excitado com alguma coisa garotão?
O prefeito começou a rir da piada feita pela detetive, e ambos pareciam aceitar a situação bem.
- Nessa idade fazendo as garotas seguirem a sua vontade Sora? Tá fazendo ela interpretar uma demônio? Mas você é muito pervertido mesmo, eu não sabia dessa não, pensei que você era um daqueles que não admitiam que gostava dessas coisas.
- Não, não... ele é gay...
- É... definitivamente gay... e masoquista pelo que parece... Você se encaixaria naqueles livros de Boys Love que eu vi algumas garotas lendo por ai antes de chegar na sua casa... pelo que eu lembro isso era chamado de... Pa-- alguma coisa...
- Passivo.
Enquanto o prefeito estava rindo auditivamente, a minha vontade de socar ambas estava chegando ao limite, parecia que ambos estavam achando que estávamos brincando de alguma coisa, onde ela estava interpretando uma demônio. O que era mais fácil, mas ao mesmo tempo irritante com três pessoas tentando me tirar do sério. Resolvi ignorar e continuar as perguntas após me levantar e limpar o sangue.
- Você pode me dizer o que é uma súcubo?
- Bem, súcubo é uma criatura do inferno que suga a energia vital dos homens. Pelo que eu saiba um incubo é a versão masculina, que rouba a energia vital das mulheres. Mas todos acabam mortos.
- Como você sabe disso?
- Tem mangas e animes com esse tema.
- Mais alguma informação a acrescentar Liliarth?
- Bem, isso é verdade, todos acabam mortos depois de terem a energia vital sugadas por um deles. Então foi por isso que minha suspeita acabou após o prefeito dizer que um deles voltou vivo.
- Tá... Vamos dormir então... eu estou cansado...
O Manual da Súcubo.


Era de madrugada, e eu não havia dormido bem, então estava cansado, além de que parecia que todos os homens ali sofriam com o cansaço, então estava com sono e extremamente sonolento. Mas minha cabeça ainda não havia parado de pensar, então havia muito o que fazer para resolver o mistério. Sussurrei uma coisa com Liliarth enquanto seguíamos para a casa de Gina. Até que a garota se virou e perguntou.
- O que os dois pombinhos estão cochichando ai atrás?
- Perguntando sobre se assim como certos seres, demônios podem evoluir...
- Vocês ainda vão continuar com essa brincadeira? Não acabam não?
Bem a resposta dela foi que sim, haviam vários demônios com habilidades únicas, mas ela nunca ouvira falar de uma súcubo que não mata pessoas. Mas para todos os casos era uma ideia possível, mesmo que vaga. Então ele apenas tinha que averiguar. Chegamos na casa de Gina, após um curto período de tempo, ela nos apresentou o quarto dela e o de hospedes.
- Tá, boa noite vocês dois, eu vou dormir aqui no quarto de hospedes, vocês podem ir dormir no seu quarto. E sem me espiar trocando de roupa seu Grisalho pervo.
"E por que eu iria? Sendo que estou com uma loira que vai dormir na mesma cama que eu?" Sinceramente eu estava com medo de ser estuprado por ela, mas não havia muito o que fazer, segui a garota até o quarto dela, ela abriu a porta e após eu passar, a fechou...
- Finalmente você está livre da ruivinha... 
A garota tirou a roupa que estava ficando apenas de sutiã e calcinha e deitou na cama... 
- Seu lado é o direito. Fique a vontade para atravessar o meu lado se quiser.
Eu pensei que eu ia dormir no chão, mas ela estava me convidando para dormir na cama dela... Eu estava cansado demais, agora mais do que nunca, foi então que eu não tive mais forças para me manter em pé e cai na cama. Agora era óbvio, havia um mês que eu não ia na cidade, a três semanas atrás a garota não estava na cidade, assim que ela chegou, todos os homens estavam tendo a energia sugada.
- Você... é... a... Súcubo...
- É isso ai... Mas descobriu muito tarde... A cama onde a filha de Lilith está, tem um sonífero tão forte que faria até lúcifer cair no sono, enquanto eles estão dormindo eu roubo a energia deles, foquei minha habilidade só em você agora... Então você não pode se mover...
- Foi... você... que... foi... pega...
A garota se transformou em demônio, e parece que também podia prever o que acontecia , pois logo que se transformou deu um pulo e saiu de perto da porta que segundos depois foi chutada por Liliarth.
- Sim, eu sei... Pode falar, o que foi que eu disse... Mas sério Gina? Feitiço do sono na cama? Iria dar certo se ele não tivesse avisado para ter cuidado... Mas que maneira tosca de capturar os outros eim... E o que é isso?
Ela apontou para um livrinho no chão, e leu em voz alta.
- O Manual do Súcubo IV - Capturando e roubando energia.
Eu ouvi um grito agudo e fino, e vi a garota voando em toda a direção para Liliarth que apenas a socou no rosto e fez ela voar e bater na parede. Dava para ver que a demônio estava envergonhada, mesmo caída no chão, seu rosto estava inteiramente vermelho. Mas Liliarth continuou lendo.
-... Se você é nova, você não possui muito poder, mas seduzir um homem é fácil, basta seguir as instruções para cada tipo de homem.
Inteligente: Basta seduzir de modo pervertido, e fazê-lo acreditar que é uma garota fácil, basta bater um pouco na bunda dele e apertar, e depois ficar seduzindo com frases de duplo sentido, relacionado a sexo e afins...
A garota, parecia estar chorando agora de vergonha. Se não fosse uma demônio que estava roubando minha energia, eu teria pena dela. Liliarth continuou a ler todas as instruções de como capturar homens em grande quantidade e o melhor feitiço e poção para utilizar, os outros tipos de homem e como conquistá-los, parecia que ela seguia todas as instruções com perfeição, até a parte de contar que era uma súcubo para quem descobrisse, e se encontrasse outra demônio enfrentá-la. Mas uma parte foi a mais surpreendente de todas, havia uma nota de rodapé lida por Liliarth que dizia: "Diário da Súcubo no final do livro, conte suas experiências", quando ela leu isso, Gina foi novamente voando em uma velocidade absurda em direção a Liliarth, e ela a parou com um chute no rosto, e como se não fosse nada continuou lendo.
- Givanneth, Dia 1 - Minha mãe me mandou a Terra para que eu possa aprender a ser uma súcubo! Estou tão feliz que finalmente vou poder utilizar meus poderes! Yaaaaaaay.
- Givanneth, Dia 2 - Seduzir homens é fácil e divertido! Mas aquela coisa deles dá medo... Minha mãe disse que é normal, mas não dá... não dá...
- Givanneth, Dia 3 - Eu descobri que eu sou a única Súcubo virgem e que consigo sugar a energia dos homens somente estando perto deles, o que significa que eu não preciso de fazer sexo que nem as outras! Mas não sei se isso é uma boa coisa ou não...
- Givanneth, Dia 4 - Eu quero fazer! Mas eu estou com medo... o que eu faço? O que eu faço? Encontrei uma cidade cheia de homens jovens.
Todos os outros dias, falavam sobre como ela capturou um homem e o levou para casa. A situação era inteiramente engraçada, se eu não estivesse quase morto de cansaço e sono. Eu acabara de conhecer uma demônio que utilizava o sexo para roubar a energia vital de homens, mas a mesma era virgem. Era algo, que em qualquer lugar seria engraçado.
- Ahahahahahaha! Que troxa! Uma Súcubo virgem, você deve ser a vergonha para sua família e sua espécie! 
Liliarth jogou o Manual da Súcubo na frente da garota e o chutou. Mas depois falou pra ela.
- Sua habilidade pode ser útil se souber controlar, estamos buscando as ferramentas do inferno, você chegou antes de Lúcifer endoidar, então provavelmente não sabe da situação, quer vir com a gente? Pode ficar roubando energia do Sora enquanto não conseguir controlar, eu sei que Súcubos podem ficar até um mês sem roubar a energia dos homens, então uma vez por mês você pode ficar pegando a do Sora, se não quiser eu te mato aqui e nós vamos embora, eu sou filha de Lilith, você não tem chance contra mim, deveria ter descoberto isso sozinha.
- Depois de ser humilhada por você, eu ainda tenho que ir com você? Mas o que é isso? Porque você quer que eu vá junto com você?
- Porque é divertido ficar torturando o Sora, só por isso...
Isso foi o que eu ouvi, logo depois de desmaiar de cansaço. Minha última sensação foi de intensa raiva daquela maldita demônio ruiva que tinha prazer de me ver sofrer.











  

* Segundo Capítulo, eu ainda escreverei mais no segundo capítulo, é que eu tenho aula agora e não dá pra terminar de escrever, então lhes deixarei com isso, até que eu volte da aula.

As imagens serão feitas por um desenhista depois, então peguei alguns personagens que se pareciam com os personagens da história e coloquei aqui. Espero que quem tenha saco para ler, goste. Eu estou tentando escrever de uma forma menos detalhista... 

__________________________________________
Cantinho das respostas

Aerin 1:

Eu sou péssimo para organizar as coisas em fórum, tentei diversificar o pensamento, a narrativa e as falas... Mas acho que vou separar por linha o que for pensamento, fala e narrativa, vai ficar maior, mas acho que vai ficar mais organizado... Mas obrigado pelo elogio :3
Aerin 2:

Eu me inspirei na Dokuro-Chan para criar a nossa Liliarth, Liliarth é menos sádica, mas maltrata igual, Essas duas ainda vão fazer nosso amigo Sora sofrer bastante, mas eu acho que eu apressei um pouco o capítulo dois, talvez eu edite para incluir mais coisas depois, tá bem resumido da história original.


Última edição por Iuajen em Seg Jul 14, 2014 10:33 pm, editado 11 vez(es)
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Re: [Série] Hell's Device

Mensagem por Aerin em Qui Jul 10, 2014 11:07 pm

Cara, você escreve bem e tem umas ideias bem legais, gostei muito!! Só no começo que fiquei meio enrolada, acho que as faltas/pensamentos/narração ficaram misturadas demais @_@

Agora continue plx <3
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Re: [Série] Hell's Device

Mensagem por Anne em Sex Jul 11, 2014 1:17 am

Esse povo que consegue quebrar layout com codes padrão u-u Enfim, ficou muito bem escrito <3 você escreve muito bem, nem preciso te dizer isso, e a confusão do início se deu por causa do estilo de escrita, mas ta compreensível, ficou muito bom mesmo assim. As ideias boas e talz, mas acho esses temas de demonio/inferno muito boring, pra quem gosta deve ta bem maneiro!!
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Re: [Série] Hell's Device

Mensagem por Iuajen em Seg Jul 14, 2014 2:28 pm

Quebrar Layouts é legal :3
Enfim, História atualizada xD


Última edição por Iuajen em Seg Jul 14, 2014 8:40 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [Série] Hell's Device

Mensagem por Aerin em Seg Jul 14, 2014 3:20 pm

Não consegui ver a Givanneth... A imagem dela tá com link quebrado ou algo assim ;A; mas de resto eu amei... Aliás, eu não sei se rio ou me dou facepalm com a Liliarth, na boa... Porque ela é legal, mas cretina ao mesmo tempo! E aquele "só são 666 ferramentas pra 49778764732347 demônios" foi o melhor xDDDD

Pobre Aosora... E agora, além dela, tem a detetive PERVERTIDA! Pena dele. Muita. Pena. Mas achei super legal! \o/

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Re: [Série] Hell's Device

Mensagem por Iuajen em Ter Ago 19, 2014 4:55 am

Bem pessoas... eu não gostei da forma pouco detalhista que eu estou escrevendo, T.T
Era um teste para mudar a minha forma de escrita que não funcionou muito bem, então estou reescrevendo a história aqui:

https://docs.google.com/document/d/1rAOX68WI6mNSrZ9xgn9YmhAO5hUKOheZfoCgpTOeua4/edit?usp=sharing

Reescrevi até a parte onde Liliarth coloca Aosora. Adicionei um pouco mais de detalhes e um pouco mais de Liliarth sendo Liliarth para vocês.
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Re: [Série] Hell's Device

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